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A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR (AC) deve ser iniciada a partir de 6 meses de vida completos, para os que estão em Aleitamento Materno Exclusivo! (OMS)

Bebês que tomam fórmula infantil "podem" ter esse início adiantado para o início do sexto mês ( a partir de 5 meses de vida completos), DESDE QUE estejam maduros o suficiente para sustentarem o pescocinho quando colocados sentadinhos na cadeira!

Antigamente havia uma online casino "CULTURA" de início precoce de alimentos (antes de 5 meses completos) porém, há alguns anos sabemos que esse não é o melhor caminho! Ou seja, se o seu bebê ainda não está no sexto mês de vida, recomenda-se que receba Leite Materno ou, para os que não são amamentados, Fórmula Infantil!
A Alimentação Complementar NÃO DEVE SER INICIADA com suquinhos (mesmo o de laranja lima sem açúcar). Essa é mais uma "cultura" que está em desacordo com as recomendações atuais!

Andreia Friques

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A alimentação complementar é um período de extrema importância na vida dos bebês, pois é quando eles vão começar a desenvolver seu paladar. Geralmente, começamos a oferecer papinha ao bebê a partir dos 6 meses, para os que mamam no peito, podendo ser um pouco antes para os alimentados por *fórmulas (cada caso deve ser avaliado individualmente*). Nessa fase, é importante que o bebê conheça os alimentos da maneira mais natural possível. Por isso, cozinhe os ingredientes sem adicionar sal. Claro que cada caso é um caso e deve ser sempre avaliado individualmente pelo nutricionista ou pediatra das criança, mas como recomendação geral iniciamos a alimentação complementar com uso de uma frutinha de manhã, alguns dias depois, uma frutinha a tarde (esse processo pode acontecer de várias maneiras diferentes) e finalmente a papinha salgada (atualmente usamos o termo papinha principal). Não recomendamos o uso de suquinhos (nem o de laranja lima), para bebês menores de 1 ano, entre outros motivos, porque eles têm alto índice glicêmico (aumentam rapidamente a glicose no sangue), alta densidade calórica, dificultam a aceitação da água, diminuem o interesse pela mastigação, etc. Mesmo para os maiores, adotamos como primeira escolha a fruta e água, além, é claro, do leite materno para os amamentados. A consistência é outro fator fundamental para preparar a papinha do seu bebê. Não deve-se bater no liquidificador ou peneirar os alimentos, pois isso irá dificultar com que a criança se acostume com a textura e pode tornar o processo de evolução da alimentação complementar mais difícil. O ideal é que, no inicio, se amasse muito bem todos os alimentos com o garfo e vá evoluindo a  textura com o tempo até chegar a dos alimentos em que a família come normalmente. Para os que mamam no peito, o objetivo é que aos 10 meses, a criança esteja apta a se alimentar com a comida habitual da família (Saudável, é claro)! Para os alimentados com fórmulas, isso pode acontecer um pouco antes, de acordo com o desenvolvimento e amadurecimento da criança, por isso, temos que gradativamente, evoluir tanto na consistência, quanto no sabor da comidinha dele. Para facilitar a adesão do seu filho a novos alimentos, é importante que ele tenha contato com o que está comendo, por isso não se desespere caso ele toque o alimento com as mãos ou algo assim, isso é muito importante nessa fase (claro que sempre com a sua supervisão). E quanto ao sal da papinha salgada? A partir de quando posso adicionar sal? A recomendação é que só por volta do nono mês de vida, acrescente pequenas pitadinhas de Sal Marinho ou Sal Rosa do Himalaia ou Sal grosso com ervas (são os q eu geralmente indico). Você vai encontrar algumas dicas de como montar e preparar as papinhas no post "Papinha é coisa séria" já publicado aqui no blog. O link é este abaixo http://www.andreiafriques.com/papinha-e-coisa-seria/   Beijos a todas! Até a próxima ♥ Comentar (0 Comentários)

  É importante saber diferenciar a alergia ao leite da intolerância à lactose. A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. É chamada Intolerância à lactose a incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados, pela diminuição ou perda da capacidade de produzir a enzima digestiva (lactase), que quebra e decompõe a lactose presente no leite. Portanto são condições completamente diferentes! A alergia é uma condição imunológica às proteínas do leite e a intolerância a lactose é um sintoma fisiológico à lactose, açúcar do leite. Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada. images   Uma alerta ás mães com filhos com diagnóstico de APLV: A criança com APLV não pode consumir leite e derivados ou alimentos que contenham leite em sua preparação, nem mesmo os sem lactose ou lacfree!!! Esses alimentos são para pessoas com deficiência na produção da enzima "lactase", os Intolerantes a lactose. Ficar atento à presença desses componentes na lista de ingredientes dos rótulos, esta lista deve fazer parte da sua rotina de compras de alimentos: Ingredientes que NÃO PODEM APARECER NO RÓTULO DO PRODUTO: Lactoalbumina, Lactoglobulina, Fosfato de lactoalbumina,Lactoferrina, Lactulose, Caseína, Caseína Hidrolisada, Caseinato de cálcio, Caseinato de potássio, Caseinato de amônia, Caseinato de magnésio, Caseinato de sódio, Leite (integral, semi-desnatado, desnatado, em pó, condensado, evaporado) Nata (Creme de leite, Soro de leite, Soro de leite deslactosado / desmineralizada, Gordura de leite, Coalhada, Proteína de leite hidrolisada) Lactose. Verifique também, a composição de produtos de higiene: lencinhos umedecidos, sabonetes líquidos, cremes hidratantes e também a bula dos remédios, porque vários deles incluem lactose em sua fórmula. images (3) Ingredientes que NÃO contêm leite: Apesar de seus nomes, os ingredientes abaixo listados podem ser consumidos por pessoas com alergia à proteína do leite. Lactato de cálcio, Lactato de sódio, EstearoilLactilato de Sódio, EstearoilLactilato de Cálcio, Cremor de Tártaro, Manteiga de cacau, Leite de coco, Leite de arroz , Leite de Soja, Leite de macadâmia e Leite de aveia. Outros alimentos que funcionam como fontes de cálcio e que auxiliarão no aporte de nutrientes necessários para a saúde e bem-estar do organismo: Verduras de folhas verdes, como brócolis, couves, agrião, couve-flor, espinafre, assim como  feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, certos temperos (manjericão, orégano, alecrim, salsa) e ovos também. É importante conversar com o Nutricionista e médico que está acompanhando e dissociar a expressão "lactose" do tratamento da APLV, pois pode acontecer que alguns alimentos sem a lactose tenham proteínas do leite e essas não podem ser ingeridas por crianças com diagnósticos de APLV. Em caso de dúvida procure sempre um profissional habilitado!           Comentar (0 Comentários)

As atitudes dos pais durante e fora das refeições, são determinantes na formação dos hábitos alimentares dos filhos. Forçar a aceitação de um alimento nunca é benéfico e pode causar aversões que em alguns casos se prolongam até a fase adulta, sem falar nos conflitos e desgastes gerados tanto para os pais quanto para as crianças. Se o alimento for oferecido quando a criança está com fome e de forma despretensiosa por parte dos pais, será maior a chance de aceitação. A partir dos 2 anos, a criança passa por uma fase de maior interesse em conhecer o ambiente do que se alimentar.  Nesta fase se dá a necessidade de fazer as próprias escolhas, a formação da personalidade, tendo frequentemente a resposta “não” para tudo, faz questão de ser contra as ordens dos pais. É importante que os pais não se ofendam pela contrariedade que é própria da fase de construção da independência e autoafirmação.   ft03   Dicas de como agir nesta fase:
  • Permitir que haja participação nas escolhas dos alimentos, seja na elaboração do cardápio, na lista de compras ou ajudar na preparação, como por exemplo, lavando um hortifrut, colocando talheres na mesa;
  • Estimular a prática de atividades físicas para o aumento do apetite;
  • Diminuir as mamadeiras (se houver esse hábito). Não oferecer peito , mamadeira ou outros lanches próximo a hora da refeição principal;
  • Oferecer novos alimentos quando ela realmente estiver com fome, ou acompanhado do alimento de preferencia;
  • Mudar a forma de preparação ou inserir um alimento pouco aceito em vitaminas, bolos, batido no feijão;
  • Para que a criança se acostume a textura e sabor de um alimento novo, pode ser necessária a sua oferta por cerca de 10 vezes, em pequenas quantidades e em formas de preparações diferentes;
  • Dar bons exemplos. A criança imita o que os pais, irmãos e colegas comem;
  • Retardar ao máximo a oferta de alimentos supérfluos como biscoitos, sobremesas, doces. Enquanto ela não tenha experimentado não sentira falta e não competirá com os alimentos nutritivos;
  • A visão e o olfato são tão importantes quanto o paladar. Por isso, monte pratos coloridos e atraentes;
  • Criar um ambiente calmo e sem conflitos antes e durante as refeições;
  • Não sentir-se culpado pela falta de êxito que possa ocorrer.
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QUE HORAS SEU FILHO DORME? Essa é uma das primeiras perguntas que faço nas minhas consultas. Lembra quando nossas avós diziam QUE ENQUANTO DORMIMOS ESTAMOS CRESCENDO? Pois é, elas intuitivamente conheciam o HORMÔNIO DE CRESCIMENTO!! 222     Para quem não está em fase de crescimento, esse hormônio atua garantindo maior disposição física e motivação para as atividades diárias. Contribui para a eliminação de gordura, redução da flacidez dos músculos e da fragilidade dos ossos. Portanto, o sono também age contra o envelhecimento e o desgaste do organismo. Outro hormônio liberado durante o sono é a prolactina, que estimula o crescimento das glândulas mamárias e da produção de leite nas mulheres que estão amamentando. O TSH (Hormônio Estimulante da Tireóide) também é liberado enquanto dormimose controla a atividade da tireóide, outra importante glândula. Na infância cerca de 90% do hormônio do crescimento é liberado durante o sono. Ele é fundamental para o crescimento das crianças e por diversas ações importantíssimas para o nosso organismo. Porém, para que seja liberado, a criança precisa estar DORMINDO em sono PROFUNDO. O problema é que a maioria das crianças hoje vai dormir tarde o QUE É PÉSSIMO PARA A SAÚDE DELAS!  Estudos indicam também maior associação entre sono de má qualidade e obesidade, hiperatividade, baixa estatura, depressão, transtornos emocionais, transtornos ALIMENTARES, etc‼ cara-de-sono     As repercussões desse "mal hábito" podem durar por toda a vida. O ideal é que às 21:00hs todos estejam indo para a cama e isso não é implicância de avó!
Mas como conseguir colocá-lo para dormir mais cedo? Evite brincadeiras agitadas, atividade física, jogos eletrônicos e filmes, a noite.
Crie um ambiente tranquilo em casa, diminua a intensidade da luz. (A luz diminui a liberação de Melatonina, hormônio fundamental para o sono).
Estipule um horário limite para assistir TV, depois, faça atividades mais tranquilas, como leitura, ouvir uma música, etc! Sei que muitos pais têm uma rotina pesada, chegam tarde em casa e que o "mundo moderno" às vezes nos impede de fazer o "ideal". À vocês, minha dica: Coloque-o para dormir o mais cedo possível, dentro das suas possibilidades!    Com amor, Andreia Friques.   Comentar (0 Comentários)

A gordura trans da alimentação da mãe pode ser passada para o leite materno? Sim!!!
 Vários estudos mostram que essa gordura tão "temida" por todos pode prejudicar a saúde do bebê durante a gestação, e também, nos primeiros meses de vida, tornando-o mais suscetível à várias doenças, podendo deixar sequelas por toda a vida!
 Uma pesquisa realizada na UERJ mostrou, a nível experimental que, a gordura trans passou para o leite materno, mudando os receptores hormonais dos animais, mesmo que, após o desmame, tenham sido submetidos a uma dieta balanceada. Ou seja, como o leite materno apresentava grande concentração da gordura, a saúde foi afetada. (http://revistacrescer.globo.com/)
Diversos autores afirmam que os malefícios desse tipo de gordura no bebê são graves e difíceis de serem revertidos. Dentre os problemas já comprovados do consumo desse tipo de gordura, podemos destacar o aumento do colesterol “ruim” (LDL) e diminuição do colesterol “bom” (HDL) que proporciona aumento de risco para doenças cardiovasculares, aumento do triglicerídeos (gordura no sangue), bloqueio da produção de gorduras saudáveis para o organismo, além de um aumento significativo da indesejável gordura localizada.   gordura-trans.banner     Portanto, MAMÃE E FUTURAS MAMÃES, atenção ao meu alerta! Quer produzir um leite saudável?
Mantenha uma  alimentação equilibrada, longe de produtos industrializados (fast-foods, sorvetes de massa, biscoitinhos, margarinas, gorduras hidrogenadas, frituras, etc, etc).   Mesmo os produtos que indicam no rótulo a ausência desse tipo de gordura devem receber atenção, pois infelizmente a indústria ainda mascara essa informação para o consumidor, pois indica “0% de trans” em uma pequena porção do produto total.   DSC020505   Lembre-se: Esse bebê que está ou estará nos seus braços não pode escolher o que vai receber através da SUA ALIMENTAÇÃO. Cabe a você decidir por ele. Não brinque com coisa séria! .   Com amor, Andreia Friques.   Comentar (0 Comentários)
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