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- "A verdade é que nós estamos ABANDONANDO NOSSOS FILHOS! Por diversos motivos, terceirizamos os cuidados... Com medo da violência, os deixamos dentro de casa e suprimos nossa ausência, abarrotando as despensas de biscoitos... Afinal, essa ausência há de ser suprida de alguma forma! O número de crianças obesas aumentou 400% na última década e tem crescido a quantidade de procedimentos invasivos como a colocação de balão intra-gástrico em adolescentes. A questão precisa ser avaliada e as mudanças devem ocorrer no contexto  familiar". Essas foram algumas considerações de um médico capixaba em entrevista sobre obesidade infantil nesse fim de semana. Assisti a entrevista reflexiva como sempre e, triste, por saber que, de maneira geral, nossas crianças estão pedindo socorro, inclusive as que não estão obesas! Não podemos colocar a culpa na vida corrida e deixarmos nossos filhos abandonados, entregues à internet, novelas e guloseimas! Babás, empregadas, vizinhas, avós, profissionais da saúde, professores, estão aí para nos ajudar, mas os RESPONSÁVEIS PELOS FILHOS SÃO E SEMPRE SERÃO OS PAIS! Nossas crianças precisam de muitas coisas, mas a nossa PRESENÇA é INSUBSTITUÍVEL! Autoridade, limites, amor e exemplo têm que passar de pais para filhos! Pense nisso! Estamos juntos, procurando mais saúde para nossos filhos, sempre! Uma semana abençoada! ♥     Comentar (0 Comentários)

Se ele consome refrigerantes, embutidos, confetes, jujubas, chicletes, alguns cereais matinais, gelatinas, Danoninho, biscoitos recheados, chips, refrescos e MUITOS outros industrializados, a resposta é SIM, sem querer, talvez até sem saber, você dá muito corante ao seu filho! O consumo de corantes está relacionado ao desenvolvimento de várias doenças como alergias, hiperatividade, déficit de atenção, asma, problemas gástricos, diversos tipos de câncer (como o de bexiga), entre outras. Também pode estar relacionado à piora dos sintomas de algumas patologias como o AUTISMO! A questão é complexa porque alguns corantes naturais também não são assim tão inofensivos. Como fugir dos corantes? -Evite alimentos industrializados, dá para fazer hambúrguer, almôndegas, Danoninho e muitas outras receitas em casa (acompanhe no blog). -Quando optar pelo industrializado, leia a lista de ingredientes no rótulo, prefira aqueles que contenham ingredientes que lembram o que temos na cozinha e fuja dos nomes parecidos com produtos de farmácia. -Prefira gelatina sem sabor adicionada de sucos e frutas. -Não tenha refrigerantes, biscoitos recheados, guloseimas na dispensa ou na geladeira de casa. -Prefira iogurtes naturais batidos com frutas e um pouquinho de mel (se necessário). -Crie um hábito saudável para seu filho desde a gestação. -Cuidado redobrado com os menores de 2 anos. -Prefira sucos naturais feitos em casa. -Se seu filho já é grandinho e está mal acostumado em termos alimentares, converse com ele, coloque limites, tracem metas de mudanças de hábito, juntos. -Nada de carregar pacotes e pacotes de guloseimas das festinhas infantis e estocar em casa. Fica a dica!! e juntos podemos trazer mais saúde para nossa família! 4393059625_548196b5df_o Comentar (0 Comentários)

Na correria do dia a dia a primeira coisa que passa pela nossa cabeça quando entramos no supermercado é aonde encontrar uma “super prateleira milagrosa” com lanchinhos práticos, gostosos e, se possível, saudáveis, que resolvam todos os nossos problemas e levem embora a nossa culpa. Mas, na verdade, as prateleiras estão abarrotadas de lanchinhos, lindos, coloridos, com os super- heróis favoritos, que, para tentar amenizar a culpa materna escrevem em letras garrafais “ZERO GORDURA TRANS” dando uma informação pela metade, levando o consumidor a achar que realmente isso é possível. Na vida real não existe um lanchinho tão inocente que possamos jogá-lo diariamente na bolsa sem que isso nos tome mais que um minuto. A boa notícia é que com um pouco de organização e planejamento podemos melhorar muito a qualidade do lanche escolar de nossos “pimpolhos”, fazendo a alegria deles e tomando menos o nosso tempo. Como? Veja as dicas abaixo: O que não pode faltar na merenda Cada lanche deve trazer ao menos uma porção de um dos três grupos fundamentais de alimentos, que são os energéticos, construtores e reguladores. No primeiro, estão cereais, os açúcares e gorduras. Entre os construtores, estão as proteínas animais e vegetais, protagonistas na formação de nossos músculos, ossos e órgãos. Podemos citar o leite e seus derivados, as carnes e as leguminosas. Por último, estão os alimentos responsáveis por regular e controlar as funções do organismo, que são as frutas, as verduras e os legumes. Um exemplo de como planejar o cardápio semanal da lancheira é escolher uma opção de cada grupo abaixo (A + B + C): post-andreia   Seja criativo! Uma lancheira monótona, sempre com as mesmas preparações, faz a comida do colega ficar mais interessante. Varie o cardápio, mudando o tipo de pão, os acompanhamentos ou as bebidas. Um dia você pode incluir um sanduíche de pão integral com pasta de ricota temperada com orégano, azeite, uma pitada de sal e frango desfiado. Em outro, pode abrir espaço para o tradicional pão francês com queijo branco, alface e, para dar um toque especial, colocar alguns tomates, tomatinhos cereja, quem sabe até tomates secos. As bisnaguinhas, podem vir recheadas com requeijão ou com uma pasta de atum e queijo. Prefira os pãezinhos feitos na padaria aos industrializadas, cheios de conservantes. O bolo caseiro é um bom aliado, você pode assá-lo, preparar porções individuais e congelar. Retire do freezer a porção do dia, até o momento do recreio ela estará descongelada. Para ladear o lanche, você pode alternar iogurtes de frutas com leites fermentados e sucos. Em relação às frutas, as melhores opções são as que podem ser consumidas com casca ou quando podem ser retiradas com facilidade. As mais práticas são banana, maçã, pera, goiaba, uva e mexerica. O morango, além de fácil de comer, pode virar uma sobremesa se misturado com iogurte natural. O mamão picado faz o par perfeito com a granola (que deve ser sempre colocada na lancheira em recipiente separado e adicionada à fruta só na hora do recreio). Para os menorzinhos, o ideal é picar as frutas. Outras opções de lanche: cookies integrais, tortas assadas caseiras, esfirras, pão de batata, pão caseiro, pão de queijo. Na preparação utilize recheios suaves, naturais, se possível, inclua verduras. Para a massa, substitua pelo menos a metade da porção de trigo pela versão integral. O que não deve entrar Salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, embutidos, frituras, refrigerantes e doces. Esses alimentos oferecem muito sal, gordura trans, conservantes, corantes, açúcar e quase sempre nenhum benefício nutricional. Os sucos de caixinha devem ser escolhidos com critério, prefira os sem corantes artificiais e conservantes. Fique atento às informações presentes nos rótulos, ingredientes e as informações nutricionais. Em relação aos adoçantes, se seu filho se alimenta corretamente, não está com sobrepeso e não é uma criança diabética, os alimentos devem ser usados nas formas naturais. Não precisa recorrer aos produtos light e diet. Envolva a criança no preparo da comida Essa é uma estratégia que funciona bem, estimula o interesse pelo tema e pode ser bem divertida. Se possível, leve-o à feira, a curiosidade natural das crianças fará todo o trabalho por você quando seu filho se deparar com o universo de cores, texturas e cheiros. Pergunte ao seu filho o que ele quer comer Consultar a criança antes de montar a merenda escolar é um jeito de fazê-la se sentir parte dessa escolha e evitar surpresas negativas depois. Como pais, devemos educá-las a fazer as melhores escolhas. As crianças tendem a preferir alimentos familiares, em detrimento dos que lhes são estranhos. O mais importante é trabalhar hábitos saudáveis dentro de casa, começando em nós. O que seu filho leva na lancheira, reflete o seu cuidado, organização e pode ser determinante para a saúde do seu querido. Esse é um investimento com retorno garantido. Pense nisso! Comentar (3 Comentários)

Seu bebê adorava comer quiabo, pegava florzinha de brócolis na mão e, de repente, passou a odiar tudo isso? Já não é mais aquele guloso que comia toda hora? Faz birra na hora das refeições, só quer comer da maneira "tal" e só bebe no copo verde de bolinhas amarelas? Recebo muitas mães desesperadas no consultório e nas redes sociais:  - Andreia, de uma hora para outra meu filho parou de comer! Socorro!!! Acalme-se, talvez você, como eu, seja mãe de um mini-adolescente! Entre 18 meses e 3 anos a criança deixa de ser bebê e deseja afirmar sua independência a toda prova. Diversos autores denominam esse período de miniadolescência, uma etapa normal no desenvolvimento de nossos filhos, na verdade, um período de transição, que como qualquer outro, requer cuidados. Para aqueles que ainda não chegaram a essa fase, sugiro variarem o cardápio do bebê o máximo possível, oferecendo todos os tipos de alimentos, com sabores e apresentações diferentes. Quanto mais acostumada a alimentos azedos, sólidos, líquidos, frios, mornos, etc, menos seletiva a criança será quando essa temida fase chegar. Mas se seu filho já começou a dar sinais de que algo está "errado", anote essas dicas (e espalhe para suas amigas também), elas podem ser valiosas para uma mãe irritada com a birra do mini-adolescente:
  • Ignore os acessos de birra;
  • Continue a oferecer a comida habitual e também, novos alimentos, como fazia até o momento;
  • Varie bem o cardápio, crie pratos diferentes, peça a ajuda dele no preparo da comida e montagem do prato;
  • Retire o que ele não comer sem fazer comentários (por favor, não demonstre estar "desesperada" mesmo que realmente esteja);
  • Não comente sobre isso na frente dele, não use expressões do tipo: - Meu filho parou de comer, não sei mais o que fazer com esse menino.... - Não isso, não aquilo. Nossos filhos estão muito atentos ao que falamos mesmo quando parecem brincar distraidamente.
  • Nunca force a criança a comer, bata ou dê punições por causa da alimentação.
  • Não ofereça presentes para que ele volte a comer. Chantagens não levam a lugar nenhum.
  • Sentem-se à mesa e comentem entre vocês sobre como a comida está gostosa, como vocês todos ficarão fortes e inteligentes porque estão comendo tudo!
  • Não compare a quantidade que seu filho come com os filhos de suas amigas, cada criança é uma, tem uma necessidade diferente das demais.
  • Lembre-se, até 1 aninho o ritmo de ganho de peso da criança e o crescimento eram muito acelerados. A partir dessa idade, as curvas de crescimento são mais estáveis e isso influencia na necessidade energética e na fome da criança.
  • Converse com o pediatra da criança ou nutricionista e observe como ele está nas curvas de crescimento.  Se estiver tudo bem, tranqüilize-se.
  • Por favor, não se desespere e comece a oferecer guloseimas no lugar de comida. Se cair nessa cilada, vai ser muito difícil retomar as rédeas da situação no futuro.
  • É melhor que ele coma em pouca quantidade alimentos saudáveis, que um "monte" de porcarias.
Acalme-se!!!! Ele vai sentir fome e voltará a comer! Prometo! Não conheço nenhuma criança que tenha ficado gravemente doente por ter pulado algumas refeições. Mil beijos, não sofram demais por isso, ok? Qualquer coisa estou aqui, estamos juntas!!! pirraça     Comentar (29 Comentários)

Todo mundo sabe essa resposta, não? Na verdade o que a gente procura é uma explicação convincente que nos faça resistir às investidas de terceiros, afinal, sempre aparece alguém com um sorvete, bombom, bolinho confeitado, degustando sua guloseima e sugerindo que o bebê vai “aguar”. criança c capcake O leite materno é levemente adocicado e influenciado pela alimentação da mãe, por isso, o bebê já conhece o sabor doce e tende a gostar mais dele. Se oferecermos iogurte adoçado, chocolate, ele vai se “esbaldar”. O que temos que introduzir na alimentação complementar são os outros sabores, azedo, amargo, salgado, ácido. O bebê de seis meses a dois anos, está descobrindo os alimentos e as consistências, não tem nenhuma necessidade orgânica de açúcar (já ouvi essa pergunta no consultório), não sente falta dela e não sofrerá se não comê-la. Algumas razões para não dar açúcar ao bebê:
  • Açúcar branco é caloria vazia, não tem nenhum nutriente importante para o organismo. Quando em excesso, aumenta muito a chance de obesidade, diabetes, câncer e outras doenças.
  • Entre 1 ano e meio e 3 anos o apetite dos pequenos diminui e eles entram numa fase chamada “mini-adolescência”. Muitos “param de comer” ou tornam-se seletivos. Aqueles acostumados a comer açúcar, certamente, enfrentarão muito mais dificuldades nessa fase e a família sofrerá mais.
  • Quanto mais oferecermos os alimentos adoçados artificialmente, mais o bebê vai preferir esse tipo de alimento e mais difícil será introduzir outros sabores.
  • O açúcar mascara o sabor original do alimento e o bebê passa a recusá-lo quando oferecido da forma natural.
  • Açúcar dá cárie e predispõe a várias outras doenças.
O bebê está provando tudo. Ele vai aprender o que você ensinar! A necessidade de comer alimentos doces é do adulto. Ele não sabe que um suco de limão tem que ter açúcar, não sabe que a banana pode ficar melhor com achocolatado. Repito, essa necessidade é nossa! O carboidrato que ele precisa para ter energia já está presente nas frutas e na papinha salgada em quantidades suficientes. Se acrescentamos, começamos a vida dele com excessos, e, no futuro, vamos nos arrepender! A cada semana recebo mais crianças obesas no consultório e a fala do acompanhante é quase sempre a mesma, ele ama doces, doutora! Ama, mas não nasceu amando. Lembrem-se: ao nascer, o bebê é uma página em branco. Nós é que escrevemos os primeiros capítulos da história da vida dele! Que no futuro, tenhamos menos adultos doentes, lutando desesperadamente contra a balança e frustrados por não conseguirem dizer “não” a um pedaço de torta de chocolate. O que você deseja para o seu filho? O que está escrevendo nas primeiras páginas da história da vida dele?   Comentar (1 Comentário)

Ontem postei umas dicas práticas do que não fazer com a alimentação das crianças nas férias. Agora vamos ao que fazer (ou pelo menos tentar):
  • Tenha frutas picadas e guardadas em potes ao alcance das crianças. Aproveite as frutas da estação.
  • Sanduíches naturais, acompanhados de suco são uma ótima pedida de lanche para receber os amiguinhos. Prefira pão integral e recheie com alface, tomate, pasta de soja ou tahine, queijo branco e frango desfiado. Se quiser, corte o sanduíche com cortadores de biscoito no formato de animais ou flores.
  • Incluir a criança na preparação do prato desperta o interesse pelos alimentos. Preparem juntos uma pizza com massa integral, usando queijos magros, tomates, brincando com os ingredientes que vão compor o recheio.
  • Que tal fazerem "chup-chup", picolés, juntos com frutas e leites? Ficam uma delícia e pode ser muito divertido.
  •  A granola é uma opção interessante de “belisco” para substituir biscoitos tipo chips. Se a vontade de comer um salgadinho for grande, faça pipoca caseira, mas fuja dos “extras” que alguns teimam em acrescentar, como queijo ralado, etc.
  • Prefira oferecer cookies e rosquinhas integrais. Existem no mercado diversos sabores, como aveia, mel, cacau e frutas vermelhas.
  • Na praia, prefira sorvetes e picolés de frutas, água de coco, milho cozido. Muito cuidado com os molhos e esteja atento às condições de higiene do local de venda de alimentos.
  • Muita água! Carregue uma garrafinha sempre na bolsa, assim você evita que em uma “urgência” precise comprar o primeiro “refresco” disponível.
  • Agende um piquenique. Leve frutas secas, salada de frutas, sanduichinhos integrais, sucos e chás gelados. Brinquem de bola, pique, andem de bicicleta. Ensine ao seu filho que ser saudável é MUITO legal.
  •  Tenha bom senso.Não proíba, mas imponha limites. Deixe o final de semana para que as crianças possam escolher o cardápio.
  • Seja o exemplo. Você será sempre o referencial do seu filho!
Boas férias e CONTINUEM ACESSANDO O BLOG! Vou postar umas receitas muito bacanas de lanches e comidinhas gostosas e práticas para vocês!   faixa férias Comentar (2 Comentários)
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